Como a Clínica COGE Se Tornou Referência na Odontologia em São Paulo.

Em um dos mercados mais competitivos do país, a Clínica COGE nasceu com o propósito de unir excelência clínica, experiência premium e transformação de autoestima. Fundada por Erika Guerra e seu marido, a clínica rapidamente se destacou na odontologia estética em São Paulo.

Mas transformar um sonho em uma clínica lucrativa, bem posicionada e referência no mercado exigia mais do que técnica. Foi aí que começou a virada da COGE.

Seu principal Desafio

Apesar de sua excelência clínica, a Clínica COGE não conseguia crescer de forma previsível devido à falta de integração estratégica entre marketing e vendas, além de experiências frustrantes com agências anteriores.

Além disso, alguns desafios impactavam diretamente a escalabilidade da operação:

  • Baixa conversão de leads em Avaliações
  • Alto volume de leads desqualificados
  • Taxa reduzida de agendamentos e comparecimento
  • Poucos fechamentos comerciais
  • Ticket médio abaixo do potencial da clínica
  • Falta de alinhamento entre marketing, atendimento e vendas
  • Experiências negativas com suporte e atendimento de agências anteriores

O cenário exigia mais do que tráfego ou campanhas. Era necessário estruturar um ecossistema comercial capaz de gerar previsibilidade, qualificação e crescimento sustentável.

Estratégia Aplicada

A virada da Clínica COGE aconteceu quando o foco deixou de ser apenas gerar leads e passou a ser estruturar toda a operação comercial da clínica.

1. Reestruturação do Marketing

Identificamos que a clínica rodava apenas campanhas para públicos que não conheciam a marca. Isso significa: Leads com pouca consciência, que não confiam no seu trabalho e cheio de dúvidas. Esse tipo de lead é aquele que você só perde tempo.

Para mudar isso, focamos em reconhecimento de marca, com a produção de conteúdos que elevem o nível de consciência do paciente. 

Aqui, o marketing dela tinha duas funções: Elevar o nível de consciência do lead e fazer remarketing com quem engajava com o conteúdo de consciência.

2. Qualificação e Organização do Funil

Estruturamos toda a jornada do lead, desde a entrada até o fechamento, trazendo clareza sobre cada etapa do processo comercial.

Lead → Atendimento → Agendamento → Avaliação → Fechamento

Aqui a maioria das clínicas erram.

Não tem clareza do que funciona, de onde escalar e o que deve parar de fazer.

Acabam jogando no escuro. Isso causa estagnação de faturamento, e muitas vezes, até a queda dele.

3. Acompanhamento Comercial Próximo

Um dos principais pontos da estratégia foi o acompanhamento constante da operação comercial da clínica.

Analisamos:

  • taxa de resposta,
  • agendamentos,
  • comparecimento,
  • conversão,
  • perdas comerciais,
  • qualidade dos leads,
  • e gargalos do atendimento.

O objetivo era identificar exatamente onde a clínica estava perdendo faturamento e otimizar cada etapa do processo.

4. Otimização Contínua Baseada em Dados

As decisões passaram a ser tomadas com base em métricas reais da operação.

Monitoramos indicadores como:

  • CPL
  • CAC
  • ROAS
  • SLA
  • Conversão por etapa
  • Comparecimento
  • Faturamento

Isso permitiu ajustes rápidos e crescimento com muito mais previsibilidade.

Hoje, a Clínica Coge tem resultado como o da imagem abaixo.  Graças a um time treinado, que recebe acompanhamento diário e a métricas que são análisadas diariamente para garantir previsibilidade.

Resultados

E então, os números começaram a falar.

Não foi da noite para o dia. Foi o resultado de processos construídos com cuidado, acompanhamento próximo, treinamento consistente e uma gestão comercial e de marketing que finalmente passou a trabalhar de forma integrada.

A Clínica Coge saiu de um cenário de resultados negativos e zero previsibilidade — onde o tráfego pago mal cobria o próprio investimento — para uma operação previsível, estruturada e, acima de tudo, escalável.

Em 2025, o ROAS médio da clínica foi de R$ 13,42. Para cada real investido em mídia, mais de treze retornavam. O que antes era um custo difícil de justificar, se tornou a alavanca de crescimento do negócio.

Mas o número que talvez mais impressione não é o do retorno sobre o investimento. É o da taxa de fechamento.

A clínica encerrou o ano com 40% de conversão sobre as avaliações realizadas — chegando, em alguns meses, à marca histórica de 71,43%. Na prática, isso significa que a cada 10 pessoas que sentavam na cadeira para uma avaliação, ao menos 4 saíam com um tratamento contratado. Em meses de pico, eram 7.

E não estamos falando de procedimentos simples.

O ticket médio dos tratamentos fechados foi de R$ 14.168,46.

Esses são os números. Mas o que eles representam, na essência, é algo muito mais profundo: uma clínica que recuperou o controle da própria operação, que parou de depender da sorte e passou a confiar no processo.

Porque resultados como esse não acontecem por acaso.

2026 © Todos os direitos reservados CIVEND 38.488.150/0001-69