Existem parcerias que funcionam por um ciclo. E existem parcerias que funcionam por tanto tempo que se tornam parte da estrutura do negócio. A história da Dra. Nataly Dutra e a Civend é do segundo tipo.
Biomédica esteta, especialista em tratamentos faciais — botox, preenchimento e procedimentos de alto padrão — a Dra. Nataly chegou à Civend sem estrutura comercial, sem previsibilidade e sem faturamento consistente. Sete anos depois, opera com uma das operações mais organizadas do segmento.
Antes da Civend, a clínica não tinha base para crescer. Sem processo comercial, sem estratégia de marketing e sem uma equipe preparada para converter, o potencial da Dra. Nataly ficava represado — restrito ao alcance orgânico e à sorte de quem aparecia.
O que tornava o cenário ainda mais desgastante era a operação do dia a dia. No início, era ela mesma quem atendia os leads. Entre um procedimento e outro, respondia mensagens, qualificava pacientes e tentava agendar avaliações. Uma biomédica fazendo o papel de vendedora, recepcionista e gestora ao mesmo tempo.
Com o tempo, contratou uma secretária para assumir esse papel. Melhorou — mas não o suficiente. A falta de método, de scripts e de um processo comercial claro continuava limitando a conversão. O atendimento era reativo, não estratégico.
Foi quando a Dra. Nataly tomou uma decisão que mudaria a trajetória da clínica: abrir mão da folha de pagamento e confiar inteiramente na estrutura da Civend.

A evolução da operação comercial:
| Fase | Como era |
|---|---|
| Início | A própria Dra. Nataly atendia os leads entre procedimentos |
| Fase 2 | Contratação de secretária — melhora no atendimento, mas sem método |
| Fase 3 | Terceirização completa com a Civend — processo, scripts e conversão |
Com a CRC da Civend assumindo o atendimento, cada lead passou a ser tratado com agilidade, qualificação precisa e um script desenhado para conduzir o paciente até a avaliação. Sem depender da agenda da Dra. Nataly. Sem improvisos.
Paralelamente, a estratégia de marketing foi construída com um único foco: atrair pacientes com perfil para tratamentos de alto ticket — não volume, mas qualidade.
| Pilar | O que foi estruturado |
|---|---|
| CRC Terceirizada | Atendimento comercial dedicado, com scripts, qualificação ativa e acompanhamento de cada lead na jornada |
| Marketing Direcionado | Campanhas segmentadas para pacientes qualificados, com comunicação alinhada ao posicionamento da clínica |
| Tecnologia e CRM | Jornada do lead organizada do primeiro contato ao pós-atendimento, sem perda de oportunidades |
| Acompanhamento Diário | Monitoramento de indicadores em tempo real, com ajustes constantes para garantir previsibilidade |
| Metas Claras | Gestão orientada a resultado, com objetivos definidos e acompanhados de perto a cada ciclo |
Sete anos de parceria constroem algo que vai além dos números — mas os números contam bem o que foi edificado.
| Indicador | Resultado |
|---|---|
| ROAS Médio | R$ 11,00 |
| Custo por Lead | R$ 13,84 |
| Custo por Avaliação | R$ 178,71 |
| Taxa de Comparecimento | 60% |
| Taxa de Conversão em Avaliação | 33% |
| Ticket Médio | R$ 4.423,00 |
Uma taxa de comparecimento de 60% não acontece por acaso. É o reflexo direto de uma CRC bem treinada, de leads que chegam qualificados e de um processo de confirmação e acompanhamento que não deixa o paciente esfriar entre o agendamento e a avaliação. Em um mercado onde a maioria das clínicas comemora 30% de comparecimento, 60% é o resultado de uma operação que funciona de verdade.
O ticket médio de R$ 4.423,00 revela o perfil dos pacientes que chegam: pessoas com intenção real de investir em procedimentos de alto padrão — não curiosos, não indecisos. O marketing foi desenhado para isso, e a CRC foi treinada para qualificar com esse critério.
E o ROAS de R$ 11,00 fecha a equação: cada real investido em mídia retorna onze.
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